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Nesta segunda-feira (15), o mundo inteiro foi surpreendido pelo incêndio da Catedral de Notre-Dame de Paris. Dez anos atrás, porém, exatamente no dia 15 de abril de 2009, ocorria o lançamento de um livro na França que já “profetizava” esse momento: “La Mosquée Notre-Dame de Paris Année 2048”, ou simplesmente “A Mesquita Notre-Dame de Paris” fala de uma Paris tomada pelos imigrantes mulçumanos ao ponto de a catedral católica da cidade ter sido substituída por uma mesquita.

O livro foi escrito pela russa Elena Chudinova e publicado pela primeira vez em 2005, mas sua tradução em francês ocorreu há exatos 10 anos. Não há tradução brasileira para o romance.

A página oficial do livro (em francês) ainda estampa no cabeçalho anunciando o lançamento da tradução do livro “best-seller russo”. A imagem foi inicialmente divulgada pelo filósofo Olavo de Carvalho em seu Facebook.

Imagem do blog do livro “La Mosquée Notre-Dame de Paris Année 2048”

O tema da “invasão muçulmana” na França não é secundário na literatura e academia francesa e europeia, apesar de ser silenciado pela imprensa internacional e reproduzido sempre em tom de chacota ou “teoria da conspiração” de produção “ultraconservadora” por “fundamentalistas religiosos” ou “extrema-direita”.

A preocupação alarmante é objeto de estudos com sucesso de público, tendo rendido best-sellers como “Submissão”, do aclamado romancista Michel Houellebecq. Em 2002, o filósofo britânico Roger Scruton lançou importante estudo sobre a ascensão do islamismo no Ocidente, no livro “The West and the Rest: Globalization and the Terrorist Threat”. Ateísta militante dos mais populares do mundo, Sam Harris também se empenha em uma cruzada pela conscientização dos perigos da proliferação do islamismo através do uso da força, e lançou livros como “Islam and the Future of Tolerance”, fruto de diálogo entre o ativista muçulmano Maajid Nawaz.

Reações de escárnio nas redes sociais

No Facebook, uma onda de reações de “risadas” em postagens sobre a tragédia do incêndio na Catedral de Notre-Dame foi registrada pelo comentarista político Paul Joseph Watson no Twitter. O nome dos usuários que deixaram tais reações sugere tendência de escárnio entre muçulmanos.

O incêndio na Catedral de Notre-Dame

Até o momento, a polícia de Paris tem atribuído o incêndio a problemas relacionados às obras de restauração do monumento, mas o ministério público da França já abriu uma investigação para apurar o ocorrido. O fato de a Catedral, um dos maiores símbolos da cristandade, ter sido devorada pelo fogo em um período em que a Igreja Católica celebra a Semana Santa, porém, torna a possibilidade de atentado não só plausível, como também provável. Além disso, há relatos, pouco documentados pela mídia mundial, de que outras igrejas têm sofrido ataques de grupos islâmicos.

O feitiço virou …

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