0


Um dos assuntos mais comentados no Brasil recebeu, no Twitter, a hashtag #BoicoteCinemark, em referência à censura implementada pelo complexo de salas de cinemas ao documentário “1964 – O Brasil Entre Armas e Livros. Sob o tema Ditadura, Regime Militar ou Revolução?”.

Assunto é , no momento desta publicação, o segundo mais comentado no Twitter.

O Cinemark divulgou uma nota através na qual associa a produção a conteúdo político partidário, quando o material é resultado do trabalho da mídia independente “Brasil Paralelo“, fundada em 2016, e busca nesta produção lançar um olhar sobre o que de fato aconteceu no 31 de março de 1964.


“Por padrão não autorizamos em nossos complexos a divulgação de mídia partidária”, diz trecho da nota que se contradiz com a postura desta mesma rede quando ano passado exibiu em suas salas, em São Paulo, propaganda da gestão Dória durante período de um ano e quatro meses.

Internautas também questionam se o complexo manterá a mesma postura com o filme “Marighella”, de Wagner Moura, que conta a história do terrorista baiano, recentemente exibido no Festival de Berlim, ainda sem data de estreia no Brasil.

O documentário do Brasil Paralelo vem sofrendo retaliações de outros complexos de cinemas e até de casas de Ensino Superior. Segundo a mídia que produziu o documentário, existe um total de 400 grupos de alunos que querem passar gratuitamente o filme em suas universidades, mas estão sofrendo veto.

Confira alguns Tweets


Confira trailler do Documentário produzido pelo Brasil Paralelo

Incêndio destrói parte de cidade cenográfica de novela espírita da Globo

Publicação anterior

Documentário do “Brasil Paralelo”, que sofreu censura de cinemas, é lançado no YouTube

Publicação seguinte

También te puede interesar

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *