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A empresária, modelo e apresentadora Ana Hickmann rebateu críticas recebidas de internautas ligados à esquerda por conta de uma foto que registrou seu encontro com o Presidente Jair Bolsonaro.

Nesta quinta-feira, dia 28, a modelo postou em seu Instagram a foto com Bolsonaro e seu esposo Alexander Correa, com alegenda: “Hoje tive a honra de conhecer meu presidente @jairmessiasbolsonaro”. O pequeno texto foi o suficiente para despertar a ira dos haters da internet.

Empresária pediu respeito aos odiadores da internet.

Alguns odiadores chegaram a chamá-la de ‘bárbie fascista’. Ana Hickmann respondeu aos ataques pedindo respeito à opinião contrária:


Vendo todos os comentários e ainda não consigo entender as pessoas que acham que todo mundo tem que ter a mesma opinião. O nosso país sempre fala em democracia, mas sempre tem aqueles que se negam a aceitar [a democracia]. Cada um tem o livre arbítrio para escolher o que achar melhor.


Uns gostam de magros, outros de gordos, uns preferem loiras, outros, morenas, e por aí vai. E ninguém é menos importante por isso. Vamos aprender a respeitar, independentemente de apoiar partido A, B ou C. Eu não tenho partido, eu tenho o Brasil. Meu país, minha casa.

Jair Bolsonaro também comentou a postagem da empresária, que até este momento possui mais de 300 mil reações. “Um grande prazer conhecê-los. Um abraço, Ana!”, escreveu o presidente finalizando a mensagem com a imagem de uma rosa e a bandeira do Brasil.

Ana Hickmann foi vítima de ataque por fã fanático

Em junho de 2017, Ana Hickman e a cunhada foram atacadas por um fã fanático no Hotel onde estavam hospedadas. O cunhado de Ana, Gustavo Correa, salvou as mulheres matando o homem, depois deste ter atirado na sua esposa.

Gustavo foi absolvido da acusação de homicídio em junho de 2018 pelo Tribunal de Justiça das Minas Gerais, que considerou a ação legítima defesa. ” Se o acusado Gustavo efetuou um ou três tiros, tal questão é resolvida com o conhecimento pacífico e indiscutível de que a legítima defesa não se mede objetivamente, pois, a pessoa que luta por sua vida, desfere tantos tiros quanto sua emoção no momento, ou mesmo seu instinto de preservação, demonstram ser necessários. Nenhum de nós, em momento de contenda física incessante, como comprovado, consegue ter discernimento se se está efetuando os disparos estritamente necessários para resguardar sua vida, ou não”, disse a juíza do 2º Tribunal do Júri de Belo Horizonte, Âmalin Aziz Sant’Ana.

Entrevista de Ana Hickmann sobre ataque (crédito: programa Hoje em Dia/ RecordTV)

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